segunda-feira, 17 de maio de 2010

Finalmente às 11,50 chegamos em Madri. Estávamos cansados, mas empolgados. As caras dos policiais aos quais apresentamos nossos passaportes não eram de Boas Vindas. Mesmo assim depois de meia hora de fila estávamos livres para nos dirigirmos ao autobus. Eram 13,30. Começamos a curtir observando a estação, as pessoas, os serviços, afinal, a vida de Madri. Afinal, estávamos numa terra estranha. Hora de aprender, conhecer... integrar-se. Igor parecia querer captar o universo ao seu redor na sua máquina fotográfica. Principalmente quando se tratava de alguma espanholita. Seria pressentimento? Talvez sonhasse em aprisionar alguma nessa sua máquina.
Rumamos a Pamplona e dali a Saint Jean Pied de Port onde chegamos às 20 horas. O taxista nos deixou num albergue seu conhecido onde fomos muito bem recebidos. Estávamos exaustos e ansiosos por uma cama. Mas a curiosidade venceu: procuramos por uma janta e... surpresa: em terra tão distante encontramos um restaurante com dono brasileiro. E, é claro, não tivemos chance de treinar nosso espanhol.

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