Ao acordar, deixei a mãe repousando e desci para ver se havia algo que eu pudesse ajudar, via Laura, Lobo e a lindíssima Inês correndo para cima e para baixo. Não tinha muito que eu pudesse fazer, eles estavam em uma ótima sintonia e eu só atrapalharia.
Ana, mãe de Laura, ficou preocupada com a mãe e nos levou ao posto médico do povoado. Um médico nada simpático nos atendeu, disse que era uma tendinite leve, prescreveu uma pomada de voltaren e repouso. Ainda estávamos em dúvida sobre ficar em Mansilla ou ir a Leon e não perder os dias. O conselho do médico era ficar de repouso até o joelho voltar ao normal, eu e a mãe sabíamos que isso seria dizer adeus ao caminho, pois o joelho demoraria muito mais de dias do que tinhamos pela frente. Resolvemos ficar e aproveitar da hospitalidade do lugar (eu teria mais chances de conhecer Ines melhor).
Almoçamos bem, compramos nosso rancho na quitanda do lugar, é imopressionante a calma que o albergue tem de dia, muito diferente da bagunça de peregrinos a tarde. Na quitanda tinha champignos frescos, algo que nunca vira, passei várias vezes por eles morrendo de vontade de experimentá-los, eram enormes, chegou a hora. Fizemos raviolli em lata, almondegas e champignon. Fizemos uma siesta (a mãe tem que ficar o dia todo na cama poupando o joelho) e depois dei umas voltas pela pequena cidade.







Nenhum comentário:
Postar um comentário