Chegamos à uma hora (13) ao albergue. Quando parei, eu não conseguia mais caminhar. Foi quando o Igor e eu tomamos o primeiro comprimido antiinflamatório. Dormimos. Eu tive medo de levantar. Mais tarde, pelas 19 horas fomos assistir (Igor foi junto) a uma reza de monges num monastério local. Esse monastério aceita peregrinos ou hóspedes por alguns dias. Às 21,30hs teve a bênção dos peregrinos. Cheguei pelas 20,30hs. Fiquei curtindo esse silêncio gostoso. É uma capelinha pequenina, muito antiga. Encontramos três brasileiros com histórias lindas. Um casal do Rio levava o filhinho de três anos, Tiago.
Uma família austríaca vendo-me mancar ofereceu-nos carona de carro pois a caminhada do dia seguinte seria uma subida braba até a Cruz de Ferro. É um senhor que acompanha de carro a filha que faz o caminho a pé. Ele sempre se antecipava a ela, esperando-a nos albergues. Igor quis ir caminhando. Levaríamos sua mochila. Nosso caminho está cada dia mais abençoado. A hospitaleira daqui chama-se Isabel.






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