segunda-feira, 21 de junho de 2010

21/06/2009 - Domingo.

Acordar num domingo de manhã, sem compromisso e em Finisterre (Fim da Terra), é algo mais próximo de um sonho do que da realidade. Mas a realidade acordou-nos para conhecermos um pouco mais desse mundo tão peculiar. Informamo-nos inicialmente sobre os locais mais interessantes e como chegar a eles. Optamos por conhecer inicialmente a praia do Mar de Fora, não aconselhada para banho, onde o Igor reencontrou a romena (que fizera voto de silêncio durante a caminhada) com quem fez algumas fotos. É uma praia maravilhosa!!!!!!!!! Limpinha... nada de poluição. Havia uma ilhota de areia onde se concentravam uma infinidade de gaivotas. Contei 98. Todas em terra. Talvez se preparassem para alguma apresentação especial. Como era hora de maré alta esperamos até a ilhota desaparecer completamente, enquanto as gaivotas alçavam vôo. Umas... após as outras...Procuramos depois um acesso à internet e tomamos uma cerveja.
Depois fomos à praia da Langosteira, a mais frequentada, com poucos turistas. Cheia de bichinhos minúsculos que se escondem na areia e incomodam os banhistas.Talvez sejam atraídos pela poluição. Como não era muito aprazível, ficamos pouco e decidimos almoçar hamburguer para depois sestearmos.
Renovadas as forças subimos ao Monte São Guilherme e as Pedras Santas, cada qual com suas histórias fantásticas. As paisagens são deslumbrantes e nos levam a refletir. Encontramos peregrinos e turistas descansando, contemplando... curtindo. A subida foi bem difícil pois o sol estava de rachar. A descida foi mais fácil. Foi quando o Igor filmou uma revoada de gaivotas. Dirigimo-nos, então, ao Farol, onde tiramos fotos, compramos uma água caríssima e o Igor viu uma exposição de fotos. Passamos pelo km 0, onde tiramos foto.
Voltamos ao centro, descansamos e fomos ver o pôr do sol no Mar de Fora, deitados na areia. Observando o bailado das gaivotas, admirando os barquinhos solitários que desapareciam no horizonte, os rochedos imponentes à direita, tudo leva à reflexão. O sol se pôs às 22,18hs, exatamente. O Igor o fotografou nos últimos segundos. Foi uma sequência de fotos muito lindas. Era hora de voltar e nos prepararmos para a viagem do dia seguinte. No caminho rumo ao hotel, reencontramos a Hedwig (alemã). Estávamos exaustos mas muito satisfeitos.










Um comentário:

  1. Esqueci de anotar que nesse dia o Igor encontrou o prato que há muito ele queria degustar: NAVALHA. E o comeu com gosto, no restaurante do hotel.

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