Almoçamos hamburguer. Um velhinho muito simpático, que estava no bar, puxou conversa, nos ofereceu um pedaço de torta de batata, uma especialidade da Espanha. Os velhinhos costumam ir ao bar para conversarem e tomarem vinho (em vez de cerveja).
Reencontramos a Loide, brasileira, radicada em Nova Iorque. À tarde fizemos um tour pelos parques externos da cidade. Um mais lindo que o outro. Tivemos que escolher entre a parte interna e externa da cidade, pois é imensa. Para ver tudo o que a cidade oferece teríamos que ficar mais dias. Quem sabe um dia voltaremos para admirar tudo. Reencontramos a japonesa de São Paulo e compramos as passagens para Madri. A de Finisterre se compra só na hora do embarque. Aproveitamos para filmar os tocadores de flauta da praça da catedral e fotografá-los. É curioso como os artistas procuram as praças para se apresentarem gratuitamente.
De volta à pousada tomamos o resto do vinho e... dormimos.
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