Depois fomos à praia da Langosteira, a mais frequentada, com poucos turistas. Cheia de bichinhos minúsculos que se escondem na areia e incomodam os banhistas.Talvez sejam atraídos pela poluição. Como não era muito aprazível, ficamos pouco e decidimos almoçar hamburguer para depois sestearmos.
Renovadas as forças subimos ao Monte São Guilherme e as Pedras Santas, cada qual com suas histórias fantásticas. As paisagens são deslumbrantes e nos levam a refletir. Encontramos peregrinos e turistas descansando, contemplando... curtindo. A subida foi bem difícil pois o sol estava de rachar. A descida foi mais fácil. Foi quando o Igor filmou uma revoada de gaivotas. Dirigimo-nos, então, ao Farol, onde tiramos fotos, compramos uma água caríssima e o Igor viu uma exposição de fotos. Passamos pelo km 0, onde tiramos foto.
Voltamos ao centro, descansamos e fomos ver o pôr do sol no Mar de Fora, deitados na areia. Observando o bailado das gaivotas, admirando os barquinhos solitários que desapareciam no horizonte, os rochedos imponentes à direita, tudo leva à reflexão. O sol se pôs às 22,18hs, exatamente. O Igor o fotografou nos últimos segundos. Foi uma sequência de fotos muito lindas. Era hora de voltar e nos prepararmos para a viagem do dia seguinte. No caminho rumo ao hotel, reencontramos a Hedwig (alemã). Estávamos exaustos mas muito satisfeitos.








Esqueci de anotar que nesse dia o Igor encontrou o prato que há muito ele queria degustar: NAVALHA. E o comeu com gosto, no restaurante do hotel.
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